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Indústria Brasileira
Bidet

França, início do século XVIII. Neste tempo de mudanças, quando a Idade Média com sua aristocracia rural cedia espaço às novidades trazidas pelas novas descobertas, surge o bidet, com uma função bem específica. Como os banhos de corpo inteiro só aconteciam no máximo uma vez por semana, a nova louça sanitária cumpria o papel de lavar pelo menos as partes íntimas do corpo.

Logo os franceses batizaram com o nome de “bidet”, vindo da expressão bider to trot, ou pequeno cavalo para trotar, povavelmente pela posição que o corpo se colocava para executar a higiene. Desta época, mais especificamente em 1710, temos a referência documentada mais antiga do bidet.

Em 1750, o bidet com esguicho vertical apareceu. Ele apresentava um pulverizador ascendente a partir de um reservatório cheio de água a partir de bomba acionada manualmente.

Até o século XX o bidet era confinado ao quarto, ao lado de uma espécie de penico, um balde que servia como vaso sanitário.

Os encamentos modernos introduziram o bidet para dentro do banheiro, colocado ao lado do vaso sanitário. Logo ele caiu na preferência popular, encarado na Europa continental como tão importante para qualquer banheiro quanto a pia e o vaso sanitário.

Contudo, a maior parte dos americanos sequer viu um bidet em sua vida. Aqueles que conhecem provavelmente experimentaram um em hotéis refinados, tanto nos EUA quanto Europa. São raras as casas que possuem um. No Brasil, também, são raros os bidets em apartamentos modernos, geralmente menores e mais compactos, construídos a partir dos anos 90.

Provavelmente, o uso do bidet para a higiene pessoal ainda não tem uma importância muito alta para os americanos porque a maior parte deles inicia o dia tomando um bom banho, e também usam sua banheira uma vez por semana. Mas, ironia do destino, os americanos são os maiores exportadores de bidet do mundo.